terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Confira os favoritos do CineBliss e possíveis ganhadores do Oscar 2019


No próximo domingo (24) ocorre em Los Angeles, Califórnia, a tão aguardada cerimônia de premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, com a revelação dos profissionais da indústria do cinema que se destacaram em produções de 2018. A 91.ª edição do Oscar poderá ser vista no Brasil pelo canal a pago TNT, a partir das 20h30, e, pelo canal aberto da Rede Globo após o programa Big Brother Brasil.

Antes mesmo de serem anunciados os ganhadores do Oscar 2019,  a cerimônia  já conta com vários assuntos controversos, entre eles, a participação de várias celebridades para apresentarem a festa - algo que não ocorria há 30 anos -, após a desistência do comediante Kevin Hart como apresentador devido a polêmica provocada por tuítes homofóbicos. Outra questão, foi a decisão de relegar quatro categorias para os intervalos comercias com intuito de diminuir a duração do espetáculo, porém, depois de muitas críticas, os organizadores reverteram a escolha e exibirá todas as categorias. A boa notícia fica por conta da confirmação das apresentações musicais dos cinco indicados a Canção Original e também com a performance do Queen com Adam Lambert.

Como não poderia deixar de faltar, o CineBliss preparou uma lista com os favoritos (*) e possíveis ganhadores (**) do Oscar 2019.

(*)Favorito do blog CineBliss
(**)Possível Ganhador 
(#)Favorito do blog CineBliss e possível ganhador   

Melhor Filme
Bohemian Rhapsody 
Infiltrado na Klan 
**A favorita 
Pantera Negra 
Green Book - O guia
*Roma
Nasce uma estrela
Vice  

Diretor 
Spike Lee (Infiltrado na Klan)
Yorgos Lanthimos (A favorita)
#Alfonso Cuarón (Roma) 
Adam McKay (Vice)
Pawel Pawlikoswski (Guerra Fria)  

Atriz 
Lady Gaga (Nasce uma estrela)
#Glenn Close (A esposa)
Yalitza Aparicio (Roma)
Olivia Colman (A favorita)
Melissa McCarthy (Poderia me perdoar?)

Ator
*Christian Bale (Vice) 
Bradley Cooper (Nasce uma estrela) 
William Dafoe (No portal da eternidade)
**Rami Malek (Bohemian Rhapsody) 
Viggo Mortensen (Green Book - O guia) 

Atriz Coadjuvante 
Amy Adams (Vice)
#Regina King (Se a rua Beale falasse) 
Emma Stone (A favorita)
Rachel Weisz (A favorita)
Marina de Tavira (Roma) 

Ator Coadjuvante 
Adam Driver (Infiltrado na Klan) 
#Mahershala Ali (Green Book - O guia) 
Richard E. Grant (Poderia me perdoar?)
Sam Elliot (Nasce uma estrela)
Sam Rockwell (Vice) 

Roteiro Original
#A favorita
No coração da escuridão
Green Book - O guia
Roma
Vice

Roteiro Adaptado
#Infiltrado na Klan
A balada de Buster Scruggs
Poderia me perdoar?
Se a rua Beale falasse
Nasce uma estrela

Filme de Língua Estrangeira
Cafarnaum 
Guerra Fria
Never look away
#Roma
Assunto de família

Melhor Animação 
Os incríveis 2
Ilha dos cachorros
Mirai
WiFi Ralph - Quebrando a internet
#Homem-Aranha: No Aranhaverso

Documentário 
*Free Solo
Hale County 
Miding the gap
Of fathers and sons
**RBG 

Direção de Arte
Pantera Negra
#A favorita
O primeiro homem
O retorno de Mary Poppins
Roma

Figurino 
A balada de Buster Scruggs
*Pantera Negra
**A favorita
O retorno de Mary Poppins
Duas rainhas 

Maquiagem e Penteado
Duas rainhas
#Vice
Border 

Fotografia
Guerra Fria
A favorita
Never look away
#Roma
Nasce uma estrela

Edição
Infiltrado na Klan
Bohemian Rhapsody
A favorita
Green Book - O guia
#Vice

Efeitos Visuais
*Vingadores: Guerra Infinita
Christopher Robin: Um reencontro inesquecível 
**O primeiro homem
Ready player one
Solo: Uma história Star Wars

Canção Original
All the stars (Pantera Negra)
I'll fight (RBG)
The place where lost things go (O retorno de Mary Poppins)
#Shallow (Nasce uma estrela)
When a cowboy troides his spurs for wings (A balada de Buster Scruggs)

Trilha Sonora Original 
*Pantera Negra
**Se a rua Beale falasse
O retorno de Mary Poppins
Infiltrado na Klan
Ilha dos cachorros

Edição de Som
Pantera Negra
**Bohemian Rhapsody
*O primeiro homem
Um lugar silencioso
Roma

Mixagem de Som 
Pantera Negra
**Bohemian Rhapsody 
*O primeiro homem
Roma
Nasce uma estrela

Curta-Metragem
Detoinment
Fauve
#Marguerite
Mother
Skin

Curta de Animação
Animal Behavior 
#Bao
Late Afternoon
One small step
Weekends

Documentário curta-metragem
**Black Sheep 
End game
Lifeboat
A night at the garder
*Period. end of sentence  


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

"Poderia me perdoar?" expõe a versão dramática da atriz Melissa McCarthy


A atriz americana Melissa McCarthy conhecida por papéis cômicos em filmes como "Missão madrinha de casamento" (2011) e "Uma espiã que sabia de menos" (2015), abraça com esmero sua versão dramática no filme "Poderia me perdoar?"(2018), da diretora Marielle Heller. A intérprete ao dar vida a escritora falida Lee Israel, reverbera um sofisticado trabalho de harmonizar o lado tímido e ao mesmo tempo agressivo de sua uma personagem, enrijecida pelo teor naturalista. Não é por menos que o longa-metragem concorre ao Oscar 2019 em três categorias incluindo Melhor Atriz para já citada, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Ator Coadjuvante para Richard E. Grant

Com estreia hoje nas principais salas de cinemas do país, o filme situado em 1991, é baseado na história real de Lee Israel quando esta encontrava-se absorta em problemas financeiros e sociais. Num gesto meio por acaso e desesperador, ela decide forjar cartas de personalidades mortas para conseguir faturar alguma grana. Logo, a ação considerada criminosa ganha proporções ainda maiores, já que suspeitas começam a cair sobre Lee. Sem querer parar de lucrar, ela conta com a ajuda do amigo Jack Hock (Richard E. Grant) para transformar o esquema e passa a roubar os textos originais de bibliotecas.  

Por meio de uma narrativa focada primordialmente na construção gradativa da amizade entre Lee Israel e Jack Hock, o filme perpassa por situações consideradas pela sociedade como não tão glamourosa da condição humana como a solidão, a homossexualidade, o alcoolismo, a humilhação e a criminalidade. Ambos personagens transitam neste universo marginalizado e buscam apoio um ao outro para romperem com esses comportamentos padronizados. 

Vale a pena observar três aspectos técnicos do filme utilizados com virtuosismo, a fotografia com uma paleta de cores douradas para os ambientes internos e um tons cinzas para o externo, condizendo com a índole da personagem Lee Israel em sua dificuldade de socialização e receio em dar voz para si própria em seus escritos. Assim como a trilha sonora composta de comoventes canções de jazz e, como não poderia deixar de mencionar, o trabalho de cenografia que exibe nostálgicos e lindos modelos de máquinas de escrever.
CineBliss***


Ficha técnica: 
Poderia me perdoar? (Can you ever forgive me?
Estados Unidos, 2018
Direção: Marielle Heller 
Roteiro:  Jeff Whitty, Nicole Holofcener
Produção: Amy Nauiokas, Anne Carey, David Yarnell
Fotografia: Brandon Trost
Montagem: Anne McCabe
Elenco:  Melissa McCarthy, Richard E. Grant

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

"Guerra Fria" contagia com um romance intenso e uma embriaguez estética



Estreia hoje nas principais salas de cinema do país o filme polonês "Guerra Fria" (2018), indicado em três categorias ao Oscar 2019 incluindo Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Fotografia e Melhor Diretor para Pawel Pawlikowski (Ida). Como o próprio título já sugere, o momento histórico da Guerra Fria (1947-1991) se faz presente na narrativa como uma das barreiras enfrentadas pelos personagens apaixonados Wiktor (Tomasz Kot) e Zula (Joanna Kulig).  

Ambos foram inspirados na vida dos pais do cineasta cujos nomes são os mesmos dos protagonistas. Pawel Pawlikowski, dedica o filme aos entes queridos e comenta ter optado não contar a história deles como realmente foi, mas ter deixado traços marcantes da personalidade de cada um nos personagens. "Incompatibilidade de temperamento, incapacidade de ficar juntos e anseio de estar quando estão separados", relata o diretor. 

No longa-metragem, Wiktor é um músico famoso que contrata a jovem cantora Zula para participar de um espetáculo artístico, cujo intuito é resgatar as origens polonesas. Logo, os dois se veem imersos em um amor intenso e autodestrutivo. Como já citado acima a questão política do totalitarismo e as índoles distintas como obstáculos para o casal, há também o exílio, a tentativa de adaptar-se a uma cultura diferente e as tentações da carne.  

Vale destacar as sequencias em que a personagem Zula canta ao microfone toda a dor existente em sua alma de forma poética e profunda. Assim como, o deleite visual da fotografia em preto e branco assinada por Lukasz Zal, que proporciona uma pura imersão do espectador frente à uma história de amor arrebatador traduzida em imagens e sons.

O filme transita por diferentes períodos e em diversos países da Europa como França, Polônia e a antiga Iugoslávia, apresentando uma busca por identidade do povo polonês, as dicotomias entre capitalismo versus socialismo, o papel da arte e, acima de tudo, o amor e o desejo como combustíveis para viver, tanto quanto para decisões irracionais e irreversíveis. 
CineBliss ****
#Filme visto na 42a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo 



Ficha Técnica: 

Guerra Fria (Zimna Wojna)
Polônia, 2018
Direção: Pawel Pawlikowski 
Roteiro: Janusz Glowacki, Pawel Pawlikowski, Piotr Borkowski
Produção: Ewa Puszczynska, Malgorzata Bela, Piotr Dzieciol, Tanya Seghatchian
Fotografia: Lukasz Zal
Montagem: Jaroslaw Kaminski
Elenco: Tomasz Kot, Joanna Kulig

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Com uma bagagem de 10 indicações ao Oscar, o filme "A favorita" estreia hoje nos cinemas


Estreia hoje nos cinemas a comédia de humor negro, "A favorita", do diretor grego Yorgos Lanthimos (O Lagosta, O sacrifício do cervo sagrado), que lidera as indicações ao Oscar 2019 em 10 categorias e, já logrou o prêmio de Melhor Atriz Comédia ou Musical no Globo de Ouro para a atriz inglesa Olivia Colman, no papel da rainha Anne, na Inglaterra do século XVIII.

Em um ostensivo palácio de estilo barroco como cenário principal, vive Anne, uma rainha atormentada pelo passado que prefere dar mais atenção à sua criação de coelhos do que para a população inglesa. A tarefa de tomar decisões é direcionada para a Duquesa de Marlborough, Sarah (Rachel Weisz), cujo papel na corte se abrange a dar conselhos e influenciar a majestade, além de exercer a função de amante da mesma. Todavia, este posto privilegiado é ameaçado com a chegada de sua ambiciosa prima, Abigail (Emma Stone), já que de criada doméstica torna-se a dama de companhia de Anne.

Nesse triângulo amoroso feminino recheado de jogo de sedução e poder, o desejo individual é colocado acima de tudo, em que tanto Sarah quanto Abigail disputam espaço da atenção de Anne e procuram realizar todos os seus caprichos, sejam eles infantis ou obscuros. Nesta conjuntura, resta a rainha ser suscetível as influências das duas personagens sem conseguir formular uma ideia própria. E, aos personagens masculinos, não lhe cabem voz ativa, mas sim, irem às guerras ou participarem das intrigas do palácio. 

O figuro e a direção de arte cumprem nos mínimos detalhes a reprodução da época e, criam um visual estonteante da rotina de luxo e vaidade que cercam a realidade dos moradores do castelo. A forma como a câmera estilo olho de peixe opta por focalizar esse ambiente, proporciona ainda mais a sensação de grandeza, tanto do espaço quanto das figuras ali presentes.  

"A favorita", não deixa de ser um retrato inquietante da monarquia inglesa, embriagada em suas extravagâncias individuais, além de uma provocação sobre o cotidiano desta vida palaciana que tem como mérito um roteiro preciso, ágil e meticuloso. O ritmo visceral lança luz sobre possíveis maneiras de vislumbrar na atualidade governantes que destituem de seus poderes em ambientes privados para permitirem serem persuadidos por outras mentes.
CineBliss ****
#Filme visto na 42a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo



Ficha técnica: 

A favorita (The Favourite)

Estados Unidos/Irlanda, 2018
Direção: Yorgos Lanthimos
Roteiro: Deborah Davis, Tony McNamara
Produção: Andrew Lowe, Ceci Dempsey, Ed Guiney, Lee Magiday
Elenco: Olivia Colman, Rachel Weisz, Emma Stone, Nicholas Hoult

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Na 22a Mostra de Cinema de Tiradentes, o longa-metragem "Tremor Iê" expressa a violência sem utilizar da mesma

Diretoras Elena Meirelles e Lívia Paiva, equipe, crítica de cinema Carol Almeida e mediador Marcelo Miranda

À noite de ontem (22) foi reservada para a pré-estreia mundial do longa-metragem cearense "Tremor Iê", das realizadoras Elena Meirelles e Lívia Paiva, na Mostra Aurora da 22a Mostra de Cinema de Tiradentes. Com uma narrativa envolta em um mundo distópico, um coletivo de mulheres se manifestam por meio da resistência contra uma instituição violenta. Essas mulheres através da oscilação entre memória e invenção relatam os elementos violentos que as cercam, sem em nenhum momento utilizar dessa brutalidade como forma de vingança. 

Neste cinema feminista, o roteiro apresenta um certo jogo com o tempo sem situar a história no passado ou presente, o que provoca no espectador um olhar mais atento sobre as particularidades do filme. Como o próprio título já destaca, o tremor vem por meio do som dos tambores ressaltados com frequência durante o desenvolvimento da narrativa e, também pelos corpos de enfrentamento dessas mulheres. 

Vale a pena destacar o figurino dos soldados do bem, vestidos em um uniforme branco e com máscara, numa das possíveis maneiras de observar o quão desumanizado e dominado pela violência se encontra este representante da suposta "ordem". A crítica de cinema Carol Almeida salientou durante o bate papo sobre o filme esta manhã, a missão que as personagens tiveram em "roubar a história", já que elas sequestram os restos mortais do ex-presidente Humberto de Alencar Castelo Branco - o primeiro presidente do período da ditadura militar -, guardados no Museu da Abolição, em Fortaleza (Ceará). 

A programação para esta quarta-feira (23) conta com a pré-estreia de dois documentários, o primeiro vem do Ceará, "Currais" (2019), dos realizadores David Aguiar e Sabina Colares e, o segundo, o mineiro "A rainha Nzinga chegou"(2018), de Junia Torres e Isabel Casimira Gasparino.

Não deixem de conferir tudo o que acontece na 22a Mostra de Cinema de Tiradentes no Instagram @macknight_travel_movie e também nas publicações do blog. Para maiores informações acesse o site Mostra de Tiradentes
CineBliss

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

O longa-metragem cearense "Inferninho" brilha e contagia o público na 22a Mostra de Cinema de Tiradentes

João Dumans, Rafael Martins, Lila Foster, Guto Parente.

A 22a Mostra de Cinema de Tiradentes exibiu na noite de ontem (20) o longa-metragem cearense "Inferninho" (2018), dos realizadores Guto Parente e Pedro Diógenes, na Mostra Corpos Adiante. Aplaudido fervorosamente pelo público presente, a narrativa que se situa em um pequeno espaço de um bar, desenvolve uma reflexão sobre personagens um tanto quanto patéticos e excluídos da sociedade, cuja presença no local denota uma busca por refúgio de um mundo cruel e permite um acolhimento por parte do espectador. 

"Inferninho", nome dado ao estabelecimento, tem como dona a personagem Deusimar, uma mulher trans que logo nos primeiros minutos de duração do filme, se apaixona pelo marujo recém-chegado, Jarbas. O aparecimento desse sujeito, desperta na protagonista uma potência de estar viva e se sentir viva, ao ponto dela optar por querer vender o bar herdado de sua família para o governo e, com isso, ter coragem para vivenciar experiências fora de seu bar. 

Numa mistura entre teatro e cinema, em que tanto o cenário quanto os personagens transparecem um universo falso, o público é contagiado por aspectos humanos de uma história convencional, mas que se impõe no estilo, na performance e na conectividade dos atores. 

Se num primeiro momento, o gênero comédia se faz mais visível por meio de figuras fantasiadas de super-heróis bebendo cerveja, logo, a narrativa se transforma num melodrama com questões existenciais tais como a solidão, a busca pelo amor, o fatalismo e a falta de esperança. 

Para o roteirista e ator Rafael Martins: "não são os super-heróis que irão nos salvar, mas a conectividade, o afeto e a empatia". São justamente esses elementos que enaltecem o longa-metragem e permite ao espectador lidar com diversas experiências do sensível, especialmente na sequência do monólogo do Coelho.

Não deixem de conferir tudo o que acontece na 22a Mostra de Cinema de Tiradentes no Instagram @macknight_travel_movie e também nas publicações do blog. Para maiores informações acesse o site Mostra de Tiradentes
CineBliss
 
 
 
 

domingo, 20 de janeiro de 2019

CineBliss está presente na 22a Mostra de Cinema de Tiradentes



O Blog CineBliss tem o privilégio de iniciar os trabalhos em festivais pelo Brasil, em 2019, na belíssima cidade de Tiradentes, em Minas Gerais, na 22a Mostra de Cinema de Tiradentes. O evento que acontece entre os dias 18 a 26 de janeiro, exibe um total de 108 títulos e discute a expressividade dos corpos na produção artística. 

A grande homenageada este ano da Mostra é a atriz, diretora e dramaturga mineira Grace Passô, cujo média-metragem "Vaga carne", de sua autoria e de Ricardo Alves Jr. foi o título selecionado para abrir o festival na noite de sexta-feira (18). Ontem, o público pôde conferir o trabalho da atriz nos filmes na Mostra Homenagem "Temporada", de André Novais Oliveira, "Elon não acredita na morte", de Ricardo Alves Jr., e na performance teatral inédita "Grão da Imagem", realizada em parceria com o músico Barulhista, que ocorreu na madrugada de sábado para domingo no Sesc Cine-Lounge.

A programação para este domingo (20) conta com a pré-estreia nacional do longa-metragem cearense "Inferninho" (2018), dos realizadores Guto Parente e Pedro Diógenes, do documentário "Clementina" (2018), da carioca Ana Rieper e de "Tragam-me a cabeça de Carmen M." (2019), de Felipe Bragança e Catarina Wallenstein.

Não deixe de conferir tudo o que acontece na 22a Mostra de Cinema de Tiradentes no Instagram @macknight_travel_movie e também nas publicações do blog. Para maiores informações acesse o site Mostra de Tiradentes
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